
(Source: agora-e-a-nossa-vez, via too-stupid)
(Source: s-uicideandrocknroll, via amigodoacaso)

(Source: sacred-suicide, via crime-perfeito)

“Te peço, por favor, não me machuque outra vez. Sinceramente, não sei se suportaria ter de me reerguer novamente. É difícil explicar esse medo que sinto, é como se eu confiasse em ti e ao mesmo tempo duvidasse de tal confiança. Como o amor, o medo também cega. E duas vezes que se é machucado, a ferida nunca mais se fecha; ela cicatriza, mas não totalmente. E se possível não se esqueça de mim, do quanto eu lutei para estar contigo; do quanto lutamos, juntos. É besteira desperdiçar tudo isso, pequeno. Você sabe que é. É banal fingir que não se sente algo que é explicitamente forte. Só te peço que antes de cometer qualquer pequeno erro, pense nos nossos melhores momentos, pois é, são vários. Eu poderia citar trilhões de características tuas, que nem sabes de si mesmo. O modo como você abaixa a cabeça envergonhado quando alguém lhe faz um elogio; o jeito como bagunça o cabelo com as mãos demostrando preocupação. Seu sorriso de lado, seu riso extravagante. Seu olhar penetrante que atravessa até a alma, e que diz qualquer coisa que fora omitida até então. Tuas manias, teus gestos. Teus medos… Meu medo? Te perder de novo.” (unspokenword-s)
(via n0s-talgicc)

(Source: garoto-da-capa-preta, via exilar)

(Source: Flickr / abbyelizabeth, via rockandsoda)